NEP promove nova oficina sobre competência digital

Você sabe como usar a tecnologia para facilitar seu aprendizado durante seus estudos? O tema do Acadêmico Nota 100 do dia 6 de outubro será “Competência digital nos estudos”. Os professores Cláudia e Adair convidam a todos os alunos interessados em explorar novas ferramentas que podem melhorar o seu aprendizado nos estudos.

Por que é importante saber usar a tecnologia durante os estudos pessoais? 

As maravilhas tecnológicas (celular, aplicativos, Internet) afetam todos os campos da vida humana. Assim, o momento do estudo pessoal também é impactado. Além disso, a pandemia da COVID-19 radicalizou a nossa dependência do mundo digital. Mas, como utilizar essas opções para aprender mais durante o estudo pessoal? Que aplicativos ou ferramentas digitais podemos aproveitar? Agora, é o melhor tempo para você se tornar o acadêmico 5.0 e construir-se como profissional preparado para o mundo da Quarta Revolução Industrial.

Nosso objetivo é ajudar você conhecer ferramentas tecnológicas que facilitam e melhoram seus estudos.

ATIVIDADE DO NEP: “Competência digital nos estudos”

PROFESSORES: Adair Rocha e Cláudia Madrona

DATA: 24 de novembro

HORÁRIO: Manhã: 11h40 às 12h40 – Noite: 17h20 às 18h20

VAGAS: 100

PARTICIPANTES: Alunos do 1º ao 10º período

VALIDAÇÃO: 1 hora de atividade complementar na área de Ensino

INVESTIMENTO: Gratuito

Local: Espaço de trabalho TEAMS

Inscrições: Portal Educacional (FLUIG)

INSCREVA-SE ATÉ O DIA 23/11/2020 

Serão ofertadas 80 inscrições para os estudantes da ESDHC e 20 para a EMGE

Professora toma posse como conselheira da CCPC

A professora da Dom Helder Escola de Direito e promotora do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Andréa Maria Nessralla Bahury tomou posse como Conselheira Suplente do Conselho de Criminologia e Política Criminal de Minas Gerais (CCPC/MG), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A cerimônia, realizada no início do mês, foi comandada pelo Governador do Estado, Romeu Zema.

A professora Andréa Bahury ministra as disciplinas Direito Processual Penal II, Sociologia e Antropologia. Também é Doutora em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela PUC-Rio, mestre em Sociologia pelo Instituto Universitário do Rio de Janeiro, e graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ. É integrante do Corpo Docente da Dom Helder desde fevereiro de 2007, de forma contínua.

Obra de professor entra como referência pelo STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) selecionou a sexta edição do livro ‘Curso de Direito Comercial’, do professor Gustavo Ribeiro Rocha, da Dom Helder Escola de Direito, e de José Maria Rocha Filho, para um hall de bibliografias sobre os temas “Falência” e “Recuperação de Empresas”.

A obra, que estreou em 2014, e teve a sua sétima edição lançada neste ano pela Editora D’Plácido, tem como objetivo fundamental apresentar um estudo detalhado do direito empresarial e fazer uma análise detalhada da doutrina nacional e estrangeira, clássica e contemporânea, bem como da jurisprudência mais atualizada dos tribunais nacionais. Este volume abrange os diversos institutos que dizem respeito ao enfrentamento de crises das empresas: recuperação judicial, recuperação extrajudicial, falência e regimes especiais.

O professor explica que, inicialmente, o livro possuía o intuito de atender os acadêmicos de graduação. Mas, com o avançar das edições, a composição tornou-se cada vez mais referência também para profissionais da área de direito e de outras áreas, como ciências contábeis. “Desde o lançamento do livro em 2014, a gente notou uma procura e um retorno positivo cada vez maior de profissionais. Profissionais da área do direito e de outras áreas como da administração e da ciências contábeis. Então, isso fez com que o livro ganhasse até uma contextualização que ultrapassou a questão acadêmica da graduação em direito, e o reflexo disso é justamente essa seleção agora, a nossa obra fazendo parte de um grupo, um hall de bibliografia selecionada sobre direito comercial no STJ. Isso é um reflexo justamente desse amadurecimento da composição ao longo desses, praticamente, 7 anos desde o seu lançamento, e que hoje atende não só a estudantes de direito, mas também e especialmente aos colegas, aos profissionais, advogados, juízes e promotores”, explicou o professor Gustavo Rocha.

Dom Helder e EMGE promovem live sobre empreendedorismo

A Dom Helder e a EMGE realizarão, em parceria com o programa Startup Dom, uma live no formato de perguntas e respostas com três jovens empreendedores de Minas Gerais. O evento faz parte da programação do Seminário Temático Construindo legados: como pensam e agem os grandes líderes e empreendedores. Confira abaixo mais informações sobre o evento e o mini currículo dos convidados.

TÍTULO: Questions and Answers: O primeiro passo para empreender: Inspirações e Transpirações de Jovens Líderes Empreendedores Mineiros

DATA: 14 de novembro

HORÁRIO: 10h às 12h

LOCAL: Youtube da Dom Helder

BENEFÍCIOS: 2 horas de atividades complementares em Ensino para alunos / Certificado (lista de presença disponibilizada no chat)

PÚBLICO PARTICIPANTE: Interno e Externo

INSCRIÇÕES: pelo Sympla (https://organizador.sympla.com.br/event/preview/1031943)

PREÇO: Gratuito

MEDIADOR: Rafael Lustosa (Neo Ventures).

David Pinheiro – Co-founder da Cargo Sapiens 

Especialista em Comércio Exterior, com sólida experiência em planejamento, negociação, gerenciamento e venda de soluções de logística internacional para importação & exportação, bem como expertise no desenvolvimento de estratégias para otimizar custos logísticos e tributários. Durantes os seus +10 anos atuando como Prestador de Serviços em COMEX, vislumbrou uma abordagem diferente a um problema latente vivenciado no dia a dia dos Prestadores & Tomadores de Serviço em logística internacional, foi a partir daí que iniciou o Projeto Cargo Sapiens, concebendo o redesenho do workflow relacionado a este transacional de notável complexidade. 

Felipe Schepers – Co-founder  da Opinion Box: 

Executivo com mais de 15 anos de experiência em empresas de pesquisa de mercado e em metodologias tradicionais e digitais com mais de 2.000 estudos realizados. Formado pela UNI-BH em Publicidade e Propaganda, sendo destaque acadêmico, e pós graduado em Marketing e Comunicação. Atualmente, é Co-founder e COO do Opinion Box, responsável pela operação da empresa, incluindo os times de projetos e vendas, garantindo a velocidade, qualidade e atendimento de clientes como Faber-Castell, Accenture, Caixa Seguradora, LinkedIn, Nivea, PayPal e outros. 

Guilherme Arruda – CEO da VG Resíduos: 

Engenheiro e Empreendedor, possui formação técnica em desenvolvimento de software e tecnologia com experiência de mais de 14 anos. Trabalhou com desenvolvimento de software industrial na Accenture e na DTI Digital. Implantou sistemas MES em grandes empresas como Vale, Coca-Cola, Novelis e etc. Começou a empreender desde cedo, desde franquia de cachorro quente até consultoria. Em 2012 se tornou sócio e COO da Livobooks onde tiveram mais de 1 milhão de downloads de aplicativos interativos para crianças nas principais app stores. Desde 2017 é o CEO da startup VG Resíduos, que é uma plataforma que ajuda empresas a venderem, comprarem e destinarem corretamente seus resíduos. Possuem mais de 5000 empresas cadastradas na plataforma e esse número tem crescido rapidamente. Possuem grandes clientes como Cargill, Bombril, Takata, Grupo Ale, dentre outros.

CPA realiza pesquisa didático-pedagógica

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Dom Helder Escola de Direito inicia, nesta quarta-feira (30), pesquisa institucional e de aspectos didático-pedagógicos. O questionário estará disponível no Portal Educacional até o dia 9 de outubro.

Serão atribuídas 5 horas de atividades complementares na área de Pesquisa para os alunos que participarem.

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) é responsável por um processo contínuo de avaliação institucional, como instrumento para orientar e adequar as ações empreendidas pela Dom Helder. É formada por representantes da Direção, corpo discente, corpo docente e técnico-administrativo. Conta ainda com um representante da sociedade.

NEP promoverá nova oficina sobre competência digital

O Núcleo de Ensino Personalizado (NEP) promoverá, no dia 29 de setembro, uma oficina do projeto Acadêmico Nota 100 com o tema “Como usar a competência digital em sala de aula?”. Os professores Cláudia Madrona e Adair Rocha convidam todos os alunos interessados em explorar novas ferramentas que auxiliam o aprendizado em sala de aula.

Por que é importante saber usar a competência digital em sala de aula?

A pandemia da COVID-19 forçou milhões de alunos no Brasil, e no mundo, a adotarem algum formato de aula remota (ao vivo ou gravada) misturando os ambientes de sala de aula e de casa. Dessa forma, a nossa dependência do mundo digital foi ainda mais acelerada. Mas será que conseguimos usar as maravilhas tecnológicas da Era Digital para aprender mais durante as aulas? Temos as competências necessárias para usar bem as ferramentas de aprendizagem como celular, computador, Fluig, Teams, Moodle, Google e outras redes sociais? Ser competente digital em sala de aula é a habilidade mais poderosa para o êxito acadêmico e o sucesso profissional nesse momento. Esta será a primeira de 3 oficinas que abordarão essa temática fundamental.

Nosso objetivo é ajudar vocês a descobrir novas possibilidades no uso da tecnologia para aprender em sala de aula.

ATIVIDADE DO NEP: Competência digital em sala de aula

PROFESSORES: Adair Rocha e Cláudia Madrona

DATA: 29 de setembro

HORÁRIOS

Manhã: das 11h40 às 12h40

Noite: das 17h20 às 18h20

VAGAS: 100

PARTICIPANTES: Alunos do 1º ao 10º períodos

VALIDAÇÃO: 1 hora de atividade complementar na área de Ensino

INVESTIMENTO: Gratuito

Local: Espaço de trabalho TEAMS

Inscrições: Portal Educacional do Estudante (FLUIG)

INSCREVA-SE ATÉ O DIA 28/09

A luta pelo direito da pessoa com deficiência

Nesta segunda-feira (21) é celebrado o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A data foi escolhida por estar próxima ao início da primavera (22 de setembro), o que representa o nascimento e a renovação da luta das pessoas com deficiência (PCD). Entretanto, esse grupo ainda sofre com a falta de efetivação e cumprimento de seus direitos no Brasil.

As professoras da Dom Helder, Maria Carolina Ferreira e Lígia Maria Veloso, atuam como coordenadoras de um grupo de Iniciação Científica da instituição que possui o tema “Direito à diversidade: os sentidos de inclusão/exclusão social, minorias, deficiência, acessibilidade e desenho universal à luz das normas jurídicas brasileiras e internacionais”. A reportagem conversou com as professoras e as alunas pesquisadoras sobre como a legislação brasileira trata as pessoas com deficiência e que lições de conscientização podem ser tiradas para este dia 21 de setembro.

Maria Carolina Ferreira, professora e coordenadora do grupo de iniciação científica

As pesquisadoras afirmam que diante de uma realidade em que a pessoa com deficiência precisa lutar para a efetivação de seus direitos, o grupo de iniciação busca entender qual o status atual da jurisdição brasileira nesse âmbito. A aluna do 4° período do Direito Integral e integrante do grupo, Laura Rosas, acredita que é necessário colocar em prática legislações já existentes. Segundo ela, “há muitos documentos importantes sobre pessoas com deficiência, e muitos direitos já reconhecidos. Temos a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, que é um documento amplo e muito significativo e que no Brasil tem status constitucional. O problema mesmo é efetivar os Direitos que já são reconhecidos”.

Já Gabriela Rangel, aluna do 8° período do Direito Integral e também integrante do grupo, reforça que o principal problema da jurisdição brasileira é a falta de clareza e efetivação com os direitos das pessoas com deficiência. “Nenhum direito deve apenas ser listado em lei sem que haja meios para que este se torne plenamente eficaz. Assim, ainda há um déficit no espaço jurídico brasileiro e internacional ao redor desse âmbito, pois mesmo sendo várias as legislações que tratam desse tema, ainda falta a comunicação entre todos os Poderes para melhorar a efetividade, garantido na prática uma igualdade formal”, esclarece a estudante.

Segundos dados do IBGE, mais de 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência atualmente, o que corresponde a quase 24% da população. A professora Lígia Maria explica que a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência elevou o tema ao patamar de direitos humanos, sendo marco importante para proteção desse grupo de indivíduos, o que serviu de base para a validação do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Entretanto, é importante salientar que a busca pela efetivação dos direitos dessa parcela da população precisa de força. As pesquisas desenvolvidas pelo grupo de iniciação científica contribuem para o entendimento sobre o tema, servindo de apoio não apenas para a formação jurídica dos membros, mas também os capacitando para funcionarem como difusores desse conhecimento perante a sociedade.

Lígia Maria Veloso, professora e coordenadora do grupo de iniciação científica

Conscientização

A busca pelo direito da pessoa com deficiência se estende a âmbitos muito além do jurídico. O grupo de iniciação enfatiza que é necessário ter em mente que essa luta é de toda a sociedade. Laura Rosas explica que o primeiro passo é entender a existência do capacitismo (discriminação e preconceito social contra pessoas com alguma deficiência), e como ele está presente no dia a dia. A estudante também acredita que é necessário compreender que pessoas com deficiência não são vítimas e nem heróis. São pessoas. E, dessa forma, deve-se questionar tudo que diz respeito à inclusão dessa parte da população em nossa sociedade. 

O grupo de iniciação científica também prega que a mudança precisa acontecer a partir de pequenos hábitos expressados no cotidiano. A professora Maria Carolina alerta para expressões comuns que são inadequadas para se referir às pessoas com deficiência. “Vale esclarecer o seguinte: não se usa mais o termo ‘deficiente’ ou ‘portador de deficiência’. O termo mais adequado é ‘pessoa com deficiência’ (que pode ser auditiva, visual, física, intelectual) já que, dessa forma, a figura da pessoa vem antes da deficiência. ‘Deficiente’ tem uma conotação pejorativa, pois se associa a uma ideia de ineficiência. ‘Portador’ também é incorreto porque as pessoas não ‘portam’ a deficiência assim como não ‘portam’ cabelos louros ou olhos verdes. Da mesma forma deve-se dizer pessoa com Síndrome de Down ou com Trissomia do 21 e não ‘criança especial’”, explica a professora. 

O Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência é uma oportunidade para que seja feita uma reflexão sobre a conscientização e os direitos dessa parcela da população no Brasil. Além dos pontos discutidos pelo grupo de iniciação científica, é de grande importância que todos tenham em mente que as pessoas com deficiência não devem ser vistas como dignas de pena ou incapazes. Marina Matoso, estudante do 2º período do Direito e integrante do grupo reforça essa luta. “Sendo uma estudante com deficiência, a mensagem que deixo é a mesma que levo para a minha vida: ‘deficiência não significa problema de saúde/patologia social, mas sim, DIVERSIDADE’, dessa forma, uma verdadeira inclusão é a que abraça a diversidade”, esclarece a aluna.

Confira as informações do grupo de iniciação científica abaixo: 

Tema: Direito à diversidade: os sentidos de inclusão/exclusão social, minorias, deficiência, acessibilidade e desenho universal à luz das normas jurídicas brasileiras e internacionais.

Coordenadoras do grupo:

Profa. Dra. Maria Carolina Ferreira Reis e Prof. Ma. Lígia Veloso 

Alunas pesquisadoras:

IZABELA ARAÚJO DOS ANJOS – 6° Período Direito Convencional

GABRIELA RANGEL AGUIAR – 8º período Direito Integral

VICTÓRIA RENATA DE SOUZA DIAS – 4° período Direito Convencional

LUISA FONSECA LEMOS MAGALHÃES – 4º período Direito Integral

LAURA GRIPP ROSAS – 2º período Direito Integral

GABRIELLA MIRAÍRA – 2º período Direito Integral

ANA VICTÓRIA FUSCALDI – 4° período Direito Convencional

MARINA MATOSO CARVALHO – 2º período Direito Convencional

 

Guilherme Moreira/Necom Dom Helder e EMGE

Proficiência Acadêmica começa nesta quinta-feira

As atividades da Proficiência Acadêmica, coordenadas pelo Núcleo de Ensino Personalizado (NEP), terão início nesta quinta-feira (17). O objetivo é promover a excelência na formação do discente de Direito a partir das seguintes dimensões pedagógicas: competências, habilidades e atitudes. As ações de qualificação são desenvolvidas para as turmas do 1° ao 6° período.

O coordenador do NEP, Rogério Fonseca, explica que a Proficiência Acadêmica tem um papel fundamental para elevar o conhecimento linguístico dos estudantes, além de ajudar a desenvolver a capacidade de raciocínio técnico-jurídico. “A Proficiência Acadêmica é um programa de qualificação universitária que coloca a Dom Helder na vanguarda do ensino jurídico do país”, disse o coordenador.

Para os estudantes que estão começando o curso na Dom Helder, Rogério destaca a importância do programa para a organização dos estudos e gerência de horários. Estes métodos, discutidos na Proficiência 1, estimulam a boa gestão do tempo e a priorização do que é mais importante no âmbito acadêmico. Já para aqueles que estão inseridos no programa, ele ressalta a importância da Avaliação Geral da Proficiência. “É o ponto alto deste programa, onde o conteúdo do curso dado até aquele momento pode ser revisto. Assim, é fundamental que todos os convocados para a avaliação participem dela”, explica o coordenador.

Instituída pela portaria 04/2016 e normatizada pela Instrução Normativa de 02/2016, a Proficiência Acadêmica consolidou-se como uma proposta inovadora e de vanguarda no contexto da formação acadêmica universitária. Confira o cronograma de atividades abaixo veja mais informações sobre a proficiência acadêmica aqui!

Guilherme Moreira/Necom Dom Helder e EMGE

Professora Francine Figueiredo é nomeada para Comissão da OAB

A professora da Dom Helder, Francine Figueiredo, é a nova integrante da Comissão de Direito Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB/MG). Francine assumiu em 1° de setembro de 2020, data em que foi publicada a portaria n° 175/2020, com a nomeação.

A Comissão de Direito Constitucional foi criada com a finalidade de realizar e estimular estudos e eventos jurídicos relacionados ao Direito Constitucional e aos direitos fundamentais, dentre outras funções.

Sobre a professora

Francine Figueiredo ministra as disciplinas de Direito Constitucional I e II, Estudos Avançados em Direito Constitucional Positivo e Estágio II (Prática Simulada) na Dom Helder. Graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha e possui mestrado em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Aula sobre explosão no Líbano continuará nesta quarta-feira

A EMGE Escola de Engenharia promoverá uma nova aula aberta nesta quarta-feira (9), às 17h, com o tema: “Líbano: a Química da explosão e suas consequências – Parte 2”.

Ela será ministrada pelos professores Gilmar Rosa e Aline Oliveira, que também conduziram a primeira aula. Podem participar estudantes do ensino médio, ensino superior e demais interessados. Além da emissão de certificado, alunos da Dom Helder e EMGE receberão 1 hora de atividade complementar.

Veja a aula aberta neste link!

Na primeira parte, ocorrida na última sexta-feira (4), os professores explicaram brevemente o atual contexto do Líbano e debateram as possíveis causas da explosão no porto de Beirute. Veja aqui!

Já a aula desta quarta-feira (9) terá como foco as consequências da explosão.