Quando começou a catar papel pelas ruas de Belo Horizonte no ano de 1959, Maria das Graças Marçal, ou simplesmente Dona Geralda, tinha apenas um objetivo: ajudar a mãe a colocar comida em casa. Pobre e sem estudo, ela não imaginava que décadas depois seu trabalho de catadora de papel se transformaria em referência mundial, reconhecido pela Unesco. “Estive em Washington-EUA, para falar ao Banco Mundial sobre associação”, conta.

Dona Geralda foi uma das palestrantes do seminário Autonomia e Protagonismo das Mulheres em um Mundo de Transformação, promovido pelo Centro de Estudos Afro Brasileiros da Dom Helder (Afrodom), nesta quarta-feira, Dia Internacional da Mulher. Uma das fundadoras da Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável (Asmare), ele conta que a questão ambiental ajudou a mudar a forma que a sociedade enxergava os catadores.

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