Nesta quinta-feira (30), a Dom Helder Escola de Direito recebeu o delegado Roger Lima de Moura, da Polícia Federal, o juiz Murilo Fernandes de Almeida, da Justiça Federal de Primeira Instância, e o procurador Marcelo Kokke, da Advocacia-Geral da União (AGU) e professor da Dom Helder. Eles participaram do seminário ‘Carreiras Jurídicas’, promovido pelo professor Arnaldo Oliveira. “O seminário visa apresentar as profissões jurídicas aos alunos com fins de auxiliá-los na escolha ou mesmo a descoberta da vocação de cada um”, explicou Arnaldo.

Com 30 anos de experiência na magistratura, Murilo Fernandes compartilhou com os alunos informações sobre a carreira e deu dicas para aqueles que pretendem segui-la. “É o assunto que mais gosto de falar! Fiquei lisonjeado com o convite do professor Arnaldo. Estou afastado da vida acadêmica, mas gosto bastante, dei aulas até 1997, tive contato com alunos todos os períodos”, contou Murilo.

De acordo com o juiz, a iniciativa de promover um seminário sobre as carreiras jurídicas é ótima, pois muitos estudantes não têm contato com o dia a dia da profissão. “É uma forma de dar um estímulo a eles. Sempre falo: o curso de Direito, para mim, é o melhor! Oferece várias possibilidades, e quem faz o curso bem feito se sobressai, mesmo com o mercado saturado”, afirmou.

O professor Marcelo Kokke também aprovou a realização do seminário. “O interessante é que não vamos falar sobre livros ou teoria, vamos falar sobre realização pessoal e perspectivas de carreira. Ter essa projeção delineada, concretizada, ajuda a escolher o caminho a ser perseguido. Não tive essa sorte que os alunos da Dom Helder têm, de ter um panorama de perspectivas para o futuro. Eu tive que descobrir sozinho”, contou Marcelo, que atua como procurador da AGU desde 2003.  

Já o delegado Roger Lima falou sobre a carreira na Polícia Federal, detalhando as atribuições do cargo. “Os alunos podem ter uma impressão errada sobre as carreiras. No caso da PF, por exemplo, pensam que é muito perigosa. Mas existem vários tipos de trabalho, uma parte administrativa, uma parte de investigação, há lugar para todo mundo”, esclareceu.

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