Rômulo Ávila 
Repórter Dom Total

Somente no lado brasileiro da Amazônia mais de 200 terras indígenas estão sem nenhuma medida de proteção adotada pelo Estado. A omissão do governo aliada aos interesses de grandes empresas, mineradoras, empreiteiras e indústrias, muitas vezes ligadas a políticos, coloca em risco a proteção de comunidades indígenas que vivem na floresta. A análise é da advogada e assessora jurídica do regional norte I do Conselho Indigenista Missionário, Chantelle Teixeira, que participou do painel ‘A Floresta Amazônica e as Instituições de Proteção’, na tarde desta sexta-feira (21), último dia do V Congresso Internacional de Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: “Pan-Amazônia – Integrar e Proteger”, realizado pela Dom Helder Escola de Direito.

Também participaram do debate o juiz de Direito de Entrância Especial, Afrânio Nardy, o doutor em desenvolvimento sustentável, Bruno Taitson, e a coordenadora geral de Observação da Terra do INPE,  Lubia Vinhas. A promotora de Justiça do Ministério Público, Andressa de Oliveira Lanchotti, coordenou os trabalhos. Princípios de direito ambiental aplicados à Pan-Amazônia; INPE e a proteção da Pan-Amazônia; a Exploração de Recursos Naturais na Amazônia, os Mega Projetos e a Estratégia Indígena para Defesa do Território foram os temas abordados.

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