O programa Pensamento Jurídico, produzido pela Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), contará com a participação de alunos da Dom Helder em dois novos debates. O primeiro deles abordará o perfil do criminoso brasileiro, tendo como base o Atlas da Violência 2018, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
 
O segundo discutirá a importância da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (EJEF), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que desenvolve cursos de formação direcionados a juízes e servidores do Judiciário. Os alunos realizaram pesquisa sobre os temas e elaboraram perguntas, que serão respondidas por convidados do programa.

As gravações do Pensamento Jurídico são de responsabilidade do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), coordenado pelo professor Luiz Chaves.

Confira abaixo depoimento de alunos que participaram das últimas gravações:
 
“A faculdade Dom Helder nos proporciona diversas oportunidades extracurriculares, que acoplam consigo desafios e superações. Como estudante de Direito, que busca o amadurecimento e reconhecimento profissional, esses momentos são de suma importância para que possamos enfrentar nossas inseguranças e aperfeiçoar, ou até mesmo descobrir novas habilidades. Assim, pude desafiar minha insegurança de falar em público e, ao mesmo tempo, pesquisar sobre um tema antes desconhecido: o curso de Formação dos Magistrados da EJEF”. Veridiana Valadares de Campidel e Siqueira.

É de extrema importância utilizar dos métodos complementares, fornecidos pela faculdade, para conciliar a pesquisa com o desafio de deixar para trás a timidez e o nervosismo. Assim, foi agregador pesquisar sobre o Curso de Formação de Magistrados da EJEF e ao mesmo tempo poder aperfeiçoar minha postura diante das situações profissionais pelas quais pretendo passar em minha carreira, conhecendo um pouco mais sobre o caminho da magistratura, o qual pretendo percorrer”. Larissa Cardoso Burgarelli.
 
“A atividade de elaborar perguntas sobre determinado tema proposto é um incentivo à pesquisa. Além disso, fazer as perguntas em um ambiente diferente daquele que os alunos estão habituados é uma forma de desenvolver a oratória, assim, foi uma ótima e diferente experiência fornecida pela faculdade”. Stéfany Moraes.
 
“Foi uma grande oportunidade que contribuiu de diversas formas para minha vivência e ensino acadêmicos. Participar de tal projeto só veio a acrescentar tanto na minha formação, quanto aos conhecimentos que adquiri nas pesquisas e na formulação das perguntas. Fico muito satisfeita de ter feito parte disso e mais uma vez gratifico a todos envolvidos”. Raquel dos Reis.
 
“Estou muito grata pelo convite, foi uma experiência bastante enriquecedora, tanto a nível pessoal quanto para a formação acadêmica, pois além de me atualizar e me aprofundar sobre um tema que é de grande relevância atualmente, ainda contribuiu para uma postura mais adequada perante a câmera”. Débora Gonçalves Custódio.
 
“Foi uma experiência que me permitiu vencer barreiras e expandir meus conhecimentos. Toda a experiência me permitiu conhecer mais sobre um tema já debatido em sala de aula. Mais uma vez quero agradecer a oportunidade e quero também me colocar à disposição para outras atividades”. Bianca Boncompagni.

A experiência vivenciada foi bastante válida, vez que é de suma importância para o profissional do direito a polidez em sua oratória, bem como saber lidar com situações de alta pressão. Nesse sentido, pesquisar sobre o Curso de Formação de Magistrados da EJEF em um curto prazo e apresentar essa breve pesquisa ao público através dos meios de comunicação acrescentou muito em meu desenvolvimento como futuro operador do Direito”. João Pedro Silva Machado.