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Professor comenta postura da Rússia frente a protesto




O protesto contra a exploração de petróleo no Ártico, que resultou na prisão de 30 integrantes do Greenpeace, completará três meses no próximo dia 18, mas a polêmica parece estar longe do fim. Mesmo com a liberação dos ativistas, o processo instaurado pela justiça russa continua em andamento. O grupo, primeiramente acusado de pirataria, responde agora pela acusação de vandalismo e não pode deixar o país. No entanto, não está claro se a acusação de pirataria, que pode ser punida com até 15 anos de prisão, foi completamente retirada.

Para Sebastién Kiwonghi Bizawu, doutor em Direito Internacional e professor da Escola Superior Dom Helder Câmara, essa estratégia de acusação foi o maior erro da Rússia. “Os ativistas não tiveram a intenção de sequestrar o navio russo, como sustentou a justiça daquele país. A acusação é inconcebível. Acredito que a intenção da Rússia era causar efeito na opinião pública russa e na internacional, sendo a pirataria um crime repudiável. Mas o ‘tiro saiu pela culatra’, porque houve grande indignação da comunidade internacional”, afirma Bizawu.

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