Pré Fórum “Direitos da Natureza e a Justiça Ecológica: vozes dos territórios e caminhos institucionais”

Ontem (19), o Grupo de Pesquisa Direitos da Natureza, com o apoio da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Povos Originários do Centro Universitário Dom Helder, promoveu o Pré Fórum “Direitos da Natureza e a Justiça Ecológica: vozes dos territórios e caminhos institucionais”.

O evento aconteceu no auditório do centro universitário às 17h, em formato híbrido (com transmissão via YouTube), e, distribuídos em três mesas, estiveram diversas lideranças e pesquisadores para discutir natureza, territórios e direitos humanos.

A abertura do Pré Fórum aconteceu no hall com apresentações dos povos originários. Em seguida, foi realizada uma solenidade de abertura que contou com a professora Mariza Rios, pró-reitora de políticas afirmativas e povos originários, o professor Lyssandro Norton, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Flávia Alvim, advogada pesquisadora presidenta do Instituto Mundo, e os professores Caio Lara, pró-reitor de pesquisa, Humberto Macedo, advogado doutor em Sustentabilidade e brigadista florestal, e Newton Teixeira Carvalho, desembargador.

A primeira mesa, voltada para lideranças indígenas e quilombolas, teve como tema “Protagonismo dos povos indígenas e quilombolas em torno da convivência e modo de proteção da natureza”. A segunda mesa, voltada para representantes de grupos, movimentos sociais e legislativo, teve como tema “Apoio institucional e mobilização social – importância dos apoios, do protagonismo social e da solidariedade”; e a terceira, voltada para produção científica e doutrinária, pesquisadores e estudiosos, teve como tema “Pesquisa e diálogo sobre direitos da natureza – um diálogo em construção”.

Entre os presentes estavam a cacica Agohõ (Célia Gonçalves Pereira), representante do povo Katumarã; Ione Ty Oya (Ione Maria de Oliveira), liderança quilombola; Haroldo Heleno, coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário; e a dra. Bruna Medeiros, da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares.

Aos participantes, 4 horas de atividades complementares na área de pesquisa serão somadas.

Por: Juliana Galhardo
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